domingo, 16 de setembro de 2007

MARIA CALLAS


Filha de imigrantes gregos, Άννα Μαρία Καικιλία Σοφία Καλογεροπούλου (Ánna María Cecilía Sofía Kalogerópulu) nasceu em Nova Iorque. Devido às dificuldades econômicas de seus pais, teve que regressar à Grécia com a mãe em 1937. Estudou canto no Conservatório de Atenas, com a soprano coloratura Elvira de Hidalgo.


Existem diferentes versões sobre sua estréia. Alguns situam-na em 1937, como Santuzza em uma montagem estudantil da Cavalleria Rusticana, de Mascagni; outros, à Tosca (Puccini) de 1941, na Ópera de Atenas. De todo modo, seu primeiro papel na Itália teve lugar em 1947, na Arena de Verona, com a ópera La Gioconda, de Ponchielli, sob a direção de Tullio Serafin, que logo se tornaria seu “mentor”.

Callas começou a despontar no cenário lírico em 1948, com uma interpretação bastante notável para a protagonista da ópera Norma, de Bellini, em Florença. Todavia, sua carreira só viria a projetar-se em escala mundial no ano seguinte, quando a cantora surpreendeu crítica e público ao alternar, na mesma semana, récitas de I Puritani, de Bellini, e Die Walküre, de Wagner. Ela preparara o papel de Elvira para a primeira ópera em apenas dois dias, a convite de Serafin.


A partir dos anos 50, Callas começou a apresentar-se regularmente nas mais importantes casas de espetáculo dedicadas à ópera, tais como La Scala, Convent Garden e Metropolitan. Sua voz começou a apresentar sinais de declínio no final dessa década, e a cantora diminuiu consideravelmente suas participações em montagens de óperas completas, limitando sua carreira a recitais e noites de gala e terminando por abandonar os palcos em 1965.


No início dos anos 70, passou a dedicar-se ao ensino de música na Juilliard School. Em 1974, entretanto, retornou aos palcos para realizar uma série de concertos pela Europa, Estados Unidos e Extremo Oriente ao lado do tenor Giuseppe Di Stefano. Sucesso de público, o programa foi todavia massacrado pela crítica especializada.

Recolhida em seu apartamento na cidade de Paris, Callas faleceu em 1977 - pouco antes de completar 54 anos - em decorrência de um ataque cardíaco. Suas cinzas foram espalhadas no Mar Egeu.

Biografia: Wikipedia

5 comentários:

avelaneiraflorida disse...

A GRANDE DIVA!

Homenagem Mais do que MERECIDA, e a que me associo com todo o prazer!!!!

BJKS

wind disse...

Uma Diva Genial!
Beijos

Maria del Sol disse...

Uma verdadeira diva clássica, e uma homenagem mais que justa :)

pinguim disse...

Uma vida curta, mas uma vida cheia...e triste. Foi a grande Senhora do canto dos anos 50 até à sua morte.

Anônimo disse...

HOMENAGEM MERECIDÍSSIMA. CALLAS, lA dIVINA FOI RESPONSÁVEL PELA REVITALIZAÇÃO E POPULARIZAÇÃO DA OPERA.mAIIOR CANTORA LÍRICA DE TODOS OS TEMPOS! ESTAS LINHAS DE UM POEMA REPRESENTAM A ARTÍSTA MARIA CALLAS CALLAS:

"My candle burns at both ends;
It will not last the night;
But, ah, my foes, and oh, my friends-
It gives a lovely light." edna St. Vincent Millan