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terça-feira, 31 de julho de 2007
BOMBA RUSSA EM BERLIM, MAIS DE 60 ANOS DEPOIS
Bomba da II Guerra leva à evacuação de subúrbios de Berlim
Uma bomba soviética da II Guerra Mundial foi hoje desenterrada num subúrbio de Berlim obrigando as autoridades a evacuar o local antes de desactivarem o engenho
Uma bomba soviética da II Guerra Mundial foi hoje desenterrada num subúrbio de Berlim por operários da construção, obrigando as autoridades a evacuar o local, na altura com mais de quatro mil pessoas, antes de desactivarem o engenho, diz informação policial.
A bomba de um quilo, que estava enterrada a cerca de quatro metros de profundidade, foi encontrada de manhã, no bairro de Lichterfelde, na zona Sul da cidade.
Cerca de oito horas mais tarde foi desactivada pelos especialistas, que removeram dois detonadores.
A porta-voz da polícia, Miriam Tauchman, adiantou que as pessoas residentes naquela área foram retiradas das suas casas por precaução.
Os serviços de um comutador de linha ferroviária estiveram também interrompidos durante várias horas.
Bombas por explodir, relíquias dos bombardeamentos dos Aliados antes da rendição dos nazis em Maio de 1945, ainda são encontradas com alguma regularidade no país.
Lusa/SOL
quinta-feira, 26 de julho de 2007
BIG BROTHER VOADOR, UNCLE SAM IS WATCHING YOU...

Os ministros de Relações Exteriores da União Européia aprovaram nesta segunda-feira um acordo que permite aos Estados Unidos ter acesso a uma série de informações pessoais de passageiros de vôos transatlânticos, incluindo orientação sexual, política e religiosa.
Válido por sete anos, o acordo substituirá o atual tratado para a transferência de dados de passageiros, assinado pelas autoridades européias e americanas em 2004 em uma tentativa de identificar integrantes de organizações extremistas.
O prazo de armazenamento das informações foi ampliado de três para 15 anos. Já o número de dados compartilhados foi reduzido de 34 para 19, mas o nível de detalhes aumentou, um fato que vem causando divergências e críticas dentro do próprio bloco.
Pelos termos do novo acordo, o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos terá acesso a endereço, número de cartão de crédito, situação de saúde, eventual associação a sindicatos e origem étnica de todos os passageiros que queiram entrar no país provenientes da Europa, além de eventuais pedidos de refeição especial feitos às companhias aéreas.
As informações são fornecidas pelos próprios viajantes ao fazer as reservas.
Notícia: BBC Brasil
Válido por sete anos, o acordo substituirá o atual tratado para a transferência de dados de passageiros, assinado pelas autoridades européias e americanas em 2004 em uma tentativa de identificar integrantes de organizações extremistas.
O prazo de armazenamento das informações foi ampliado de três para 15 anos. Já o número de dados compartilhados foi reduzido de 34 para 19, mas o nível de detalhes aumentou, um fato que vem causando divergências e críticas dentro do próprio bloco.
Pelos termos do novo acordo, o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos terá acesso a endereço, número de cartão de crédito, situação de saúde, eventual associação a sindicatos e origem étnica de todos os passageiros que queiram entrar no país provenientes da Europa, além de eventuais pedidos de refeição especial feitos às companhias aéreas.
As informações são fornecidas pelos próprios viajantes ao fazer as reservas.
Notícia: BBC Brasil
Nós Europeus sempre de pernoca aberta para o Tio Sam.
O que é que eles pretendem com isto? Será que pensam que um homossexual pode ser um fanático terrorista?
Estou mesmo a imaginar um terrorista islâmico a explodir em pedaços, chegar ao céu e em vez das prometidas virgens ter um grupo de maravilhosos mancebos à espera.
Agora fora de brincadeiras, para que querem todos esses dados? O que vão fazer com eles? Para quê guardá-los durante 15 anos?
O que é que a orientação sexual ou as preferêencias alimentares têm a ver com o caso?
Será que os americanos têm medo que eu possa ser um perigoso activista que vá rebentar com restaurantes da Mcdonalds ou da KFC?
domingo, 8 de julho de 2007
GAY PRIDE NO PORTO E FASCISMO EM LISBOA

Nesta noite em que o Porto celebra a sua noite de orgulho gay deparo-me com duas notícias que para um português não deixam de ser surpreendentes:
Na Hungria, Gábor Szetey, Secretário de estado para os recursos Humanos declarou-se como homossexual durante um festival.
Na Alemanha, a Ministra da Cultura e Educação do estado de Hesse, assumiu o seu amor por outra mulher na última quarta feira durante uma campanha eleitoral.
Eu digo que estas notícias são surpreendentes porque em Portugal seria impensável um político assumir a sua homossexualidade, e a gente sabe que os há.
Não seria lindo ver a ministra da educação, em vez de expressar o seu amor cego por Sócrates levando a tribunal os professores que o criticam, assumir uma relação com a Ministra da (in)Cultura? Pelo menos juntava-se uma ministra que só faz disparates com outra que não faz nenhum.
Estamos em 2007, Ano Europeu da Igualdade, e não peço que nenhum político português assuma o que faz em privado. Mas por favor, aqueles que militam ou são líderes de partidos conservadores e homófobos, metam a mão na consciência e revejam as suas políticas e sejam coerentes. Aliás nunca percebi a atracção de muitos gays pela direita e extrema-direita.
Eu sou um grande apoiante do regime democrático, mas também ele tem os seus defeitos pois proporciona e suporta a existência de gente que se esforça por derrubar esse mesmo sistema.
É o caso do PNR, um partido que se não fossem estas campanhas eleitorais nunca passaria da sua insignificância. Este partido começa a crescer devido à sua exposição nos média. Eu sei que em democracia todos devem ser tratados por igual., agora fazer o que a RTP fez, e numa campanha para eleições locais, dar voz a energúmenos como aquele senhor que gastou o seu tempo de antena naqueles disparates é vergonhoso.
Não é o mesmo partido com pessoas julgadas por homicídio com motivo racista e apanhadas com grandes arsenais em casa?
Imagem: Público
sábado, 7 de julho de 2007
LIVE EARTH POLUIDOR
Ainda acerca do Live Earth, um artigo pertinente no Público online
Música abafa emissões de gases com efeito de estufa geradas pelo Live Earth
As 24 horas de concertos pelo ambiente, nos palcos dos sete continentes, podem fazer mais do que chamar a atenção para a protecção do planeta. As deslocações dos artistas, alguns em aviões privados, e dos milhões de espectadores, traduzem-se na emissão de milhares de toneladas de gases com efeito de estufa (GEE).
O jornal britânico “The Guardian” fez algumas contas e constatou factos. Os Red Hot Chili Peppers viajam de avião privado de Paris até ao estádio de Wembley, em Londres. Ainda esta noite viajam até à Dinamarca. Os Génesis ainda actuam esta noite em Manchester.
O facto de algumas estrelas figurarem entre os maiores ofensores do clima não ajuda a passar a mensagem ambiental. No ano passado, o espectáculo da Madonna “Confessions” emitiu em quatro meses 440 toneladas de dióxido de carbono, segundo John Buckley, no site Carbonfootprint.com, que estimou as emissões dos participantes no Live earth.
Os espectadores que se deslocam de Nova Jersey para os concertos de Londres vão emitir 5600 toneladas de GEE, o equivalente a 7270 pessoas a atravessarem o Atlântico de avião.
Esta semana, os Artic Monkeys declinaram o convite para participarem no Live Earth porque seria “um pouco hipócrita”. Especialmente “quando estamos a gastar com a iluminação de palco energia suficiente para abastecer dez casas”, explicou o baterista Matt Helders.
Mesmo quem se limitar a ver os concertos na Internet deve saber que o site do Live Earth é patrocinado pela Chevrolet, que produz carrinhas pouco eficientes a nível de combustível.
Conscientes da necessidade de minimizar a pegada ecológica do Live Earth, os organizadores prometeram abastecer todos os concertos com energia renovável e compensar as emissões dos voos previstos para os concertos de Londres, Nova Jersey, Xangai, Joanesburgo, Tóquio, Sydney e Rio de Janeiro. Além disso, dizem, tentaram que os artistas tocassem nas cidades onde moram, ou nos continentes onde estão actualmente a trabalhar.
Música abafa emissões de gases com efeito de estufa geradas pelo Live Earth
As 24 horas de concertos pelo ambiente, nos palcos dos sete continentes, podem fazer mais do que chamar a atenção para a protecção do planeta. As deslocações dos artistas, alguns em aviões privados, e dos milhões de espectadores, traduzem-se na emissão de milhares de toneladas de gases com efeito de estufa (GEE).O jornal britânico “The Guardian” fez algumas contas e constatou factos. Os Red Hot Chili Peppers viajam de avião privado de Paris até ao estádio de Wembley, em Londres. Ainda esta noite viajam até à Dinamarca. Os Génesis ainda actuam esta noite em Manchester.
O facto de algumas estrelas figurarem entre os maiores ofensores do clima não ajuda a passar a mensagem ambiental. No ano passado, o espectáculo da Madonna “Confessions” emitiu em quatro meses 440 toneladas de dióxido de carbono, segundo John Buckley, no site Carbonfootprint.com, que estimou as emissões dos participantes no Live earth.
Os espectadores que se deslocam de Nova Jersey para os concertos de Londres vão emitir 5600 toneladas de GEE, o equivalente a 7270 pessoas a atravessarem o Atlântico de avião.
Esta semana, os Artic Monkeys declinaram o convite para participarem no Live Earth porque seria “um pouco hipócrita”. Especialmente “quando estamos a gastar com a iluminação de palco energia suficiente para abastecer dez casas”, explicou o baterista Matt Helders.
Mesmo quem se limitar a ver os concertos na Internet deve saber que o site do Live Earth é patrocinado pela Chevrolet, que produz carrinhas pouco eficientes a nível de combustível.
Conscientes da necessidade de minimizar a pegada ecológica do Live Earth, os organizadores prometeram abastecer todos os concertos com energia renovável e compensar as emissões dos voos previstos para os concertos de Londres, Nova Jersey, Xangai, Joanesburgo, Tóquio, Sydney e Rio de Janeiro. Além disso, dizem, tentaram que os artistas tocassem nas cidades onde moram, ou nos continentes onde estão actualmente a trabalhar.
domingo, 1 de julho de 2007
PARABÉNS VANESSA
Se fosse no futebol abria os telejornais e não se falava de outra coisa durante um mês. Como foi só a quarta vitória consecutiva no Campeonato da Europa de Triatlo apenas mereceu uma nota discreta nos telejornais.Ou será que esta jovem já nos habituou de tal modo a vencer que já nem sequer é notícia?
Meus amigos, "O Grande irmão" anda por aí. Por isso é assim que temos que dizer as coisas.
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